
GFOOD
Agilidade e praticidade para gerenciar o seu restaurante!
Indicado para bares, restaurantes e outras empresas deste perfil, o sistema de gestão GFood reúne tudo que o seu negócio precisa para gerenciar os atendimentos em uma única plataforma: da tele-entrega à reserva de mesas.
Na prática, com o GFood, sua empresa pode realizar:

conheça o conceito “dark kitchen” no setor food service

O que é uma dark kitchen?
“Dark kitchen”, também conhecida como restaurante fantasma, ou restaurante virtual ou ainda, ghost restaurant, é um estabelecimento de serviço de alimentação que oferece apenas comida para viagem.
Em outras palavras, essas empresas não têm sala de jantar. É um negócio apenas de entregas e está estreitamente alinhado com os novos serviços de entrega de comida online.
Esses restaurantes fantasmas não têm uma loja, de modo que os clientes não podem comprar seus alimentos pessoalmente. As “dark kitchens” entregam comida diretamente aos seus clientes, muitas vezes através do uso de serviços de entrega terceirizados.
Um grupo de restaurantes diferentes pode operar na mesma “dark kitchen” compartilhada, com o objetivo de cozinhar alimentos puramente para delivery.
Por que a “dark kitchen” é uma tendência?
Para que uma ideia se torne tendência, é preciso que haja vantagens reais, independente do setor.
No caso da “dark kitchen” ou cozinhas fantasmas, a principal vantagem é o custo. Sem uma sala de jantar, o custo operacional é menor, não havendo garçons e outras despesas relativas ao salão.
Um dos setores mais bem-sucedidos da economia de aplicativos, o mercado de aplicativos de comida já levanta quantias bem significativas. Segundo a pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), somente os pedidos de alimentos via aplicativos movimentam R$ 1 bilhão por mês no Brasil. Com valores tão altos envolvidos, novas formas de negócio acabam surgindo
O exemplo de iniciativa que já funciona por aqui são os restaurantes-fantasmas ou restaurantes virtuais (em inglês, dark kitchen ou ghost kitchen). São estabelecimentos que não possuem uma sede física e foram criados unicamente para atender à demanda de pedidos feitos via app.
Em geral, esse tipo de operação é criada quando um restaurante muito conhecido não conseguia atender à demanda de pedidos e, por isso, expandia suas operações na plataforma.
Negócio sem fachada
Uma das primeiras empresas a investir nesse mercado foi a Uber, lá nos Estados Unidos. Desde 2017, a companhia esteve envolvida na abertura de mais de quatro mil restaurantes virtuais para o seu serviço de entrega Uber Eats.
Para selecionar os restaurantes convidados, a companhia analisa dados de vendas de um bairro em busca de demandas não atendidas. Caso identifica uma oportunidade, ela entra em contato com restaurantes que atendem o tipo de comida que está em falta e oferece o serviço.
Esse serviço também existe no Brasil e é executado por empresas como iFood. Os restaurantes virtuais também são famosos na China, um país no qual o uso de deliveries de comida só cresce








